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Política

Marinho espera que Trump não interfira na política do Brasil

Marinho diz esperar que Trump não interfira na política brasileira

Foto: Juliana Alves / Poder 360

por Redação Rondônia Hoje

Publicado em

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O senador Rogério Marinho (PL-RN) expressou nesta quarta-feira (28) sua expectativa de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não interfira nos assuntos internos do Brasil. A declaração foi feita ao comentar a possibilidade de que Trump se manifeste sobre o processo eleitoral brasileiro. Marinho afirmou que “quem tem que resolver os problemas do Brasil são os brasileiros” e ressaltou que, embora Trump tenha o direito de opinar sobre política externa, espera que não haja intervenção nas questões internas do país.

Além disso, Marinho se pronunciou sobre a carta divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), na qual o ex-candidato à Presidência se apresenta como “líder da oposição” e questiona o resultado das eleições. Para Marinho, Flávio é a principal figura da direita brasileira atualmente, devido a sua votação e atuação política. Ele também comentou uma confusão na mensagem inicial de Flávio, onde este se intitulou “verdadeiro presidente eleito”, e uma versão revisada na qual se apresenta como “líder do Brasil”.

O senador potiguar considerou as alegações de fraude eleitoral feitas por Flávio como um desabafo, mas destacou que não existem provas que sustentem essa afirmação. “Se você quer desabafar, isso não é crime. Agora, é evidente que, se você faz alguma afirmação, você precisa trazer provas”, afirmou Marinho.

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Após a divulgação da carta de Flávio, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, declarou que as eleições ocorreram de maneira normal e respeitando as normas legais. Nunes Marques foi indicado ao Supremo Tribunal Federal pelo pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Por fim, Marinho mencionou que teve um breve contato com Flávio através de um advogado e planeja manter uma comunicação mais frequente a partir de quinta-feira (29), com o intuito de manifestar solidariedade ao colega e à sua família. “Minha fala foi no sentido de me solidarizar, de abraçá-lo e dizer a ele que nós estamos aqui, firmes, fazendo o que é necessário”, concluiu.

Com informações de Poder 360.

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