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MP denuncia quatro por milícia e lavagem de dinheiro em Rondônia

Operação Labirinto de Bronze: MP denuncia 4 por milícia e lavagem de dinheiro

Foto: Jornal Rondoniagora / Rondonia Agora

por Redação Rondônia Hoje

Publicado em

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) apresentou uma denúncia contra quatro indivíduos, acusados de integrar uma milícia armada e participar de atividades de lavagem de dinheiro. A denúncia faz parte da Operação “Labirinto de Bronze”, que investiga uma estrutura criminosa supostamente atuante há mais de sete anos em conflitos por terras na região.

A apuração conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) revelou que os denunciados estariam envolvidos em uma organização armada que operou em municípios como Buritis, Ariquemes, Machadinho do Oeste e Cujubim. O MPRO afirma que o grupo se dedicava a vigilância de propriedades rurais, intimidação de ocupantes e confrontos com grupos rivais, além de prestar serviços de segurança armada mediante pagamento.

As investigações também apontaram para diversas tentativas de ocultação de patrimônio, que incluem 1.611 cabeças de gado, veículos e movimentações financeiras significativas. A totalidade dos bens identificados até o momento é avaliada em R$ 31.370.845,49, e o MPRO solicita a perda desses bens em decorrência das ações criminosas.

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A denúncia descreve sete episódios relacionados à lavagem de dinheiro, evidenciando operações variadas que envolvem tanto imóveis quanto contas bancárias. Os crimes atribuídos aos quatro denunciados variam de acordo com suas respectivas participações nas atividades ilegais.

A primeira fase da Operação “Labirinto de Bronze” ocorreu em 26 de maio de 2026, com o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão em diversas localidades, incluindo Ariquemes e Porto Velho. Na sequência, em setembro de 2026, novos mandados foram cumpridos, resultando em três prisões preventivas e medidas cautelares adicionais.

Além disso, a investigação levou ao sequestro de 50% das quotas e direitos vinculados a uma empresa localizada em Aparecida de Goiânia (GO), conforme autorização judicial. O MPRO agora requer que os acusados sejam processados e condenados pelos crimes cometidos.

Com informações de Rondonia Agora.

Classificação Indicativa: Livre

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