Sete réus condenados por organização criminosa em Porto Velho
Foto: Mais Rondonia (maisrondonia.com.br)
por Redação Rondônia Hoje
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Sete réus foram condenados por envolvimento em uma organização criminosa armada, resultante da Operação Cérberus, em Porto Velho. As penas impostas variam, com a maior sendo de 6 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão. A sentença foi divulgada em 20 de setembro de 2026 pela 1ª Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho, como parte de uma ação do Ministério Público de Rondônia (MPRO), através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).
Entre as penas, dois réus receberam 5 anos, 5 meses e 10 dias, enquanto outros foram condenados a 5 anos, 4 anos e 8 meses, e dois a 4 anos de prisão. Dos condenados, cinco iniciarão o cumprimento da pena em regime fechado, enquanto os outros dois começarão em regime semiaberto. Além das penas privativas de liberdade, a Justiça determinou o pagamento de multas que variam entre 13 e 21 dias-multa, calculadas de acordo com o salário-mínimo vigente à época dos crimes.
A sentença revelou que o grupo tinha uma estrutura hierárquica com divisão de funções, atuando em atividades relacionadas ao tráfico de drogas, controle territorial e cobrança de dívidas. A investigação, conduzida pela FICCO/RO, contou com a participação de diversas forças de segurança, incluindo a Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal Estadual e Polícia Penal Federal.
A Operação Cérberus foi deflagrada em 19 de setembro de 2025, com mandados de busca e apreensão e prisões temporárias. O GAECO foi responsável pela representação das medidas cautelares e, após a conclusão da investigação, apresentou denúncia contra oito pessoas em 2 de dezembro de 2025. A Justiça aceitou a denúncia em 31 de dezembro do mesmo ano. Dos oito denunciados, sete foram condenados, e a decisão manteve a prisão dos réus. Esta ação representa um esforço contínuo das forças de segurança e do Ministério Público no combate a organizações criminosas que operam no tráfico de drogas e controle territorial em Porto Velho.
Com informações de Mais Rondonia.









