A Hipótese do Amor: Mudanças na adaptação de livro para filme são explicadas
Foto: Hugo Gloss (hugogloss.uol.com.br)
por Redação Rondônia Hoje
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Nesta quarta-feira, 23 de outubro, o Prime Video lançou “A Hipótese do Amor”, uma adaptação do romance de Ali Hazelwood. O filme, estrelado por Lili Reinhart e Tom Bateman, narra a história de Olive, uma estudante de doutorado que se vê envolvida em um relacionamento fictício com Adam Carlsen, o professor menos querido de Stanford. O enredo se desenvolve a partir de um beijo inesperado, que leva Olive e Adam a fingirem um namoro para ajudar Anh, melhor amiga de Olive, a se aproximar de Jeremy.
A diretora Claire Scanlon revelou que, apesar de Ali Hazelwood ter sido convidada a participar do processo, a autora não teve um papel ativo no desenvolvimento do roteiro. Segundo Claire, Hazelwood confiou na produtora Elizabeth Cantillon e optou por se manter afastada. “Ela leu o roteiro e não fez nenhum feedback negativo. Ela é alguém que defende todos nós e está nos apoiando”, destacou a diretora.
Uma das mudanças mais notáveis na adaptação é o foco na amizade entre Olive e Anh, que se torna um elemento central da narrativa. Scanlon explicou que, em um filme, é essencial estabelecer o passado das personagens para que o público compreenda melhor suas motivações. “A primeira cena é impecável e perfeita nas duas versões, mas era importante conhecer um pouco do passado antes e acrescentar a narração dela”, afirmou.

A diretora também mencionou que, ao adaptar um livro para o cinema, é necessário fazer cortes e ajustes. Em relação às mudanças, ela ressaltou que a roteirista Sarah Rothschild procurou honrar momentos marcantes do livro, como a cena do protetor solar e as meias de unicórnio, mas com uma nova abordagem que destaca as mulheres.
Além disso, o filme altera a dinâmica entre os personagens ao cortar o personagem Holden e aumentar o papel de Anh, que revela saber sobre a farsa do namoro. Scanlon elogiou essa decisão, afirmando que a revelação de Anh traz um elemento surpreendente à trama. “Ela diz: ‘Ah, qual é! Eu sou cientista. Literalmente, meu trabalho é observar’. Isso traz uma nova perspectiva à história”, comentou.
Por fim, a química entre os protagonistas foi potencializada pela conexão real entre os atores. Scanlon destacou o humor de Tom Bateman, que trouxe uma nova dimensão ao personagem Adam. “Ele é um ótimo ator e, embora o Dr. Maligno seja frio, ele incorpora momentos divertidos de forma surpreendente”, concluiu a diretora.
Com informações de Hugo Gloss.








