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Zack Snyder responde a críticas e se declara a favor da comunidade LGBTQ+

Tachado de fascista, Zack Snyder diz ter feito "o filme mais gay de todos"

Foto: Adriana Arcoverde / Metropoles Entretenimento

por Redação Rondônia Hoje

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O diretor Zack Snyder, após receber críticas pela estreia de seu novo filme, The Last Photograph, no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), relembrou acusações de ser “fascista” que enfrentou no início de sua carreira. Em entrevista à Variety, ele mencionou que seu filme 300 (2006) também foi alvo de críticas semelhantes, sendo rotulado de “fascista” na época de seu lançamento.

Snyder se recordou de uma coletiva de imprensa em que foi questionado se se considerava um cineasta fascista ou se apoiava a comunidade LGBTQ+. Para ele, 300, que é conhecido por sua representação de corpos masculinos musculosos e estética homoerótica, poderia ser classificado como “o filme mais gay de todos os tempos”. “Obviamente sou a favor dos gays. Fiz o filme mais gay de todos os tempos”, afirmou.

O diretor também comentou sobre as reações à sua nova obra, The Last Photograph, que conta a história de um ex-policial que busca sobrinhos desaparecidos com a ajuda de um fotógrafo de guerra. A crítica tem sido severa, com alguns avaliadores chamando o filme de “exaustivo” e apontando que pode ser “a pior da carreira” de Snyder.

Apesar das avaliações negativas, Snyder expressou surpresa com o volume de comentários sobre o filme, destacando que, em um auditório com apenas 1.200 pessoas, já havia milhares de opiniões circulando. Ele criticou a facilidade com que alguns espectadores rotulam seu trabalho, dizendo: “É muito mais fácil clicar em ‘Odeio o Zack Snyder! Ele é um fascista!’ do que em ‘Vi o filme e achei legal’”. Snyder reafirmou sua posição política, deixando claro que não se considera fascista.

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