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Rondônia

Suspense marca sucessão estadual em Rondônia a duas semanas das eleições

Coluna Zona Franca

Foto: Mais Rondonia (maisrondonia.com.br)

por Redação Rondônia Hoje

Publicado em

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Faltando apenas duas semanas para as eleições de 2026, a disputa pela sucessão estadual em Rondônia ganha contornos de suspense. O rompimento oficial entre o candidato Adailton Fúria (PSD) e o governador Marcos Rocha, presidente do PSD, que agora apoia Hildon Chaves (UPr), levanta questões sobre os próximos passos na corrida eleitoral.

Adailton Fúria, ao ser questionado sobre a perda do apoio de Rocha, afirmou que não comprometerá seus princípios por nada. As incertezas sobre a posição de Hildon Chaves, que agora conta com o apoio do governador, também são palpáveis. A possibilidade de intervenção no PSD e a saída de Rocha da legenda são temas discutidos nos bastidores da política local.

O candidato à vice-governador, Everton Leoni, minimizou a saída de Rocha da campanha, destacando que a decisão foi motivada por “motivos de ideias e não por litigios”. Durante uma entrevista em uma emissora de TV, Leoni elogiou a honestidade do governador.

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As últimas pesquisas indicam que o senador Marcos Rogério (PL) deve avançar para o segundo turno, enquanto a disputa pela segunda vaga se acirra, com Hildon Chaves ganhando força ao visitar diversos municípios. Ele participará de um debate na SICTV em Porto Velho na próxima segunda-feira.

Recentemente, um debate promovido pelo site Rondoniaovivo no CPX da EFMM, em Porto Velho, contou com a participação de cinco candidatos, exceto Hildon Chaves. O tema central foi a saúde, e Marcos Rogério conseguiu se manter equilibrado diante das críticas, enquanto Adailton Fúria não conseguiu desestabilizá-lo.

O PT de Rondônia demonstrou força durante o debate, com bandeiras de Expedito Netto e Lula, gerando uma recepção calorosa para Netto, que se destacou ao defender abertamente o governo Lula e as políticas sociais, em especial o Bolsa Família.

Samuel Costa (PSB) adotou uma estratégia diferenciada, defendendo a desintoxicação ideológica na campanha e sugerindo o pagamento de “formiguinhas” para promover candidatos. No entanto, ele não contará com recursos do fundo eleitoral do PSB.

Na disputa pelo Senado, cinco principais candidatos buscam as duas vagas disponíveis: Acir Gurgacz (PDT), Silvia Cristina (UPr), Mariana Carvalho (UPr), Fernando Máximo (PL) e Neidinha Suruí (PSB), com Silvia e Mariana sendo as mais cotadas para a eleição.

Na Câmara Federal, nomes como Jesualdo Pires (UPr), Airton Gurgacz (PDT) e Ramon Cujui (PT) se destacam entre outros candidatos. Para a Assembleia Legislativa, os pré-candidatos incluem Fátima Cleide (PT), Sid Orleans (PT) e Everaldo Fogaça (PSD).

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), e o senador Confúcio Moura (MDB-RO) celebraram a conclusão das obras de reforma do Hospital Municipal Universitário, que será inaugurado na próxima segunda-feira (28) e contará com 150 leitos, atendendo pelo SUS.

Em um movimento polêmico, o presidente Lula anunciou um aumento de 15% no Bolsa Família, o que gerou reações diversas entre os candidatos à presidência. Lula também comentou sobre a necessidade de discutir reformas no Judiciário, em meio a revelações sobre corrupção envolvendo o Banco Master.

O ex-vereador paulistano Mário Covas Neto declarou apoio à candidatura de Lula, criticando o senador Flávio Bolsonaro, e a Abin alertou sobre o risco de interferência dos EUA nas eleições brasileiras, conforme um relatório confidencial que identifica uma escalada de pressão sobre o Brasil.

Esses temas estão moldando o cenário político em Rondônia e no Brasil, com a expectativa crescente à medida que as eleições se aproximam.

Com informações de Mais Rondonia.

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