Hildon Chaves prioriza conclusão do Hospital Municipal de Cacoal
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O ex-prefeito de Porto Velho e atual candidato ao Governo de Rondônia, Hildon Chaves, afirmou em entrevista à RedeTV! que sua prioridade será a conclusão do Hospital Municipal de Cacoal, localizado no bairro Greenville. A obra, que teve início em 2016, está paralisada desde 2020 devido à pandemia de Covid-19 e necessita de aproximadamente R$ 46 milhões em recursos federais para ser finalizada. “Essa é uma obra enorme, importantíssima, que teve um grande volume de recursos investidos, e não faz sentido continuar paralisada”, declarou Hildon.
Ele ressaltou que já provou sua capacidade de concluir grandes obras durante sua gestão como prefeito. “Até os incrédulos sabem que tenho capacidade para fazer, os mesmos que duvidavam que eu conseguiria entregar a rodoviária nova e terminar os viadutos intermináveis de Porto Velho”, alfinetou. O hospital, que ocupará uma área de 40 mil metros quadrados, está projetado para ter até 100 leitos em diversas especialidades e já conta com nove pavilhões construídos parcialmente.
Hildon Chaves também mencionou sua experiência como vice-presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, onde ajudou a mudar os critérios de recebimento de obras na Caixa Econômica Federal, permitindo a recuperação de diversos projetos paralisados em todo o Brasil. “O Hospital Municipal de Cacoal é uma obra regional de suma importância e se enquadra no escopo das obras resgatadas”, afirmou.
Para viabilizar a conclusão do centro de saúde, Hildon planeja uma parceria com o atual prefeito de Cacoal, Tony Pablo. Ele destacou que a bancada federal já assegurou R$ 10,5 milhões para a construção do centro cirúrgico. “Como esta obra está parada há muitos anos, precisamos ter segurança total do ponto de vista da sua estrutura”, explicou.
O candidato também fez um apelo para a regionalização da saúde no Estado, ressaltando que a população enfrenta dificuldades para receber atendimento médico. “É urgente fazer a regionalização da saúde; as pessoas estão morrendo, não apenas pela demora no atendimento, mas também pelos inúmeros acidentes trágicos que ocorrem praticamente todos os dias em nossas estradas”, desafiou Hildon. Ele concluiu afirmando que “não faz sentido rodar centenas de quilômetros para receber atendimento”.





