Lançamento de livro-discussão sobre mídia na infância ocorre em Brasília
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A jornalista e educomunicadora Iza Carvalho lançou o livro “Crianças Conectadas e Cidadãos Críticos: A Revolução Educomunicativa no Ambiente Escolar”, na Livraria da Travessa do CasaPark, em Brasília, no dia 11 de setembro. A obra explora a relação das crianças com a informação, que vai além das telas digitais, incluindo o consumo de TV, jornais e outros conteúdos familiares.
Iza Carvalho, especialista em Neurociência, Educação e Desenvolvimento Infantil, desenvolveu o livro a partir de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Jornalismo pela Universidade Paulista (UNIP). O projeto lhe rendeu, junto com sua mãe, a professora Rosana Sousa, o destaque no Prêmio Paulo Freire de Educação e uma moção de louvor pelo impacto alcançado.
A autora destaca que sua trajetória foi influenciada pela convivência com sua mãe e seus quatro irmãos mais novos. A experiência na sala de aula, onde atuou como pesquisadora com estudantes de 6 a 8 anos no CAIC Santa Paulina, em Paranoá, foi, segundo ela, mágica. “Estar do outro lado e ver nos olhos daquelas crianças a mesma curiosidade que eu sentia quando pequena foi a confirmação de que a escola é o ponto de partida para a construção do pensamento crítico”, afirmou Iza.
O livro aborda a educomunicação, um campo que une educação e comunicação, propondo que a curiosidade infantil deve ser qualificada. A obra sugere que as crianças precisam compreender o peso de suas perguntas para manterem seu protagonismo ao longo do tempo. Além disso, a autora ressalta a importância de desenvolver critérios de análise que acompanhem o indivíduo continuamente.
“É um sentimento esplêndido ver um trabalho de tanto tempo tomando o lugar que ocupa agora, rodeada por pessoas que fazem parte da minha história. Esse livro é uma ponte entre o jornalismo e a educação”, declarou Iza Carvalho, enfatizando que a curiosidade das crianças é um caminho potente para a formação de cidadãos conscientes.
Com a chegada do livro ao mercado, o debate sobre letramento midiático e cidadania contemporânea se expande, ressaltando que a maturidade em relação à mídia deve ser cultivada desde a infância, fortalecendo a voz infantil no presente.





