Hildon Chaves promete rever contratos e focar na saúde de Rondônia
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Durante uma agenda política em Rolim de Moura, Hildon Chaves, ex-prefeito de Porto Velho e candidato ao governo de Rondônia, anunciou sua intenção de revisar os contratos firmados pela administração atual, caso seja eleito. Ele abordou o tema em uma entrevista no programa Pinga-Fogo, apresentado por Arno Voigt.
Revisão de contratos para priorizar a população
Hildon Chaves enfatizou que a revisão dos contratos visa identificar aqueles que, em sua opinião, prejudicam a população. Ele propõe redirecionar os recursos públicos para áreas essenciais, como saúde, segurança, educação e infraestrutura. O candidato criticou as despesas com diárias fora do estado e a realização de eventos festivos, prometendo acabar com o que chamou de “farras” com o dinheiro público.
Compromissos na área da saúde e outros setores
Em sua fala, Hildon prometeu construir um novo hospital João Paulo II em um prazo de dois anos e meio, caso assuma o governo. Ele acredita que a administração pública possui recursos suficientes para atender as demandas da população, mas ressalta a necessidade de melhorar a gestão e combater a corrupção.
Além disso, Hildon deseja expandir para todo o estado iniciativas educacionais que foram reconhecidas nacionalmente durante sua gestão como prefeito de Porto Velho. Entre suas propostas, destacam-se a pavimentação de estradas vicinais e ações de capacitação para policiais.
Experiência e gestão eficaz
O candidato acredita que sua experiência como empresário, promotor de Justiça e ex-prefeito será fundamental para uma gestão estadual eficiente. Ele propõe uma administração focada em planejamento, qualificação da equipe e controle rigoroso dos recursos públicos.
Ao lado de Cirone Deiró, seu candidato a vice-governador, Hildon tem visitado diversas cidades de Rondônia, buscando ouvir a população e entender suas necessidades. Para ele, esse contato direto é essencial para identificar problemas e desenvolver propostas eficazes.
Hildon também destacou que não há “soluções mágicas” para a administração pública e que sua vivência tanto no setor privado quanto no público justifica suas propostas. Em relação ao combate à corrupção, ele se compromete a não tolerar desvios de recursos em um eventual governo.
Essas declarações fazem parte do discurso eleitoral do candidato e não constituem, por si só, comprovações das críticas à administração atual.





