Samuel Costa alerta sobre riscos da ludopatia e propõe soluções em Rondônia
Foto: Mais Rondonia (maisrondonia.com.br)
por Redação Rondônia Hoje
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Durante uma reunião com lideranças da Zona Sul e Zona Leste de Porto Velho, no bairro Quatro de Janeiro, o candidato ao governo de Rondônia pelo PSB, Samuel Costa, destacou os impactos negativos da expansão das apostas online, como as bets e o “Jogo do Tigrinho”. Segundo ele, essas modalidades têm gerado endividamento e prejuízos financeiros significativos para as famílias rondonienses.
Costa enfatizou que a dependência de jogos de apostas não se limita aos problemas financeiros, mas também afeta a saúde mental e a qualidade de vida das pessoas. “A ludopatia tem feito milhares de rondonienses viverem na escassez e, em muitos casos, em situação de miséria”, afirmou. Para enfrentar essa questão, ele propõe a contratação de psicólogos para as equipes de saúde mental, visando fortalecer a rede de atendimento no estado.
Outra proposta de Costa é a ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) em colaboração com os 52 municípios de Rondônia, para melhorar o atendimento às pessoas que enfrentam transtornos mentais. Durante o encontro, o candidato elogiou a decisão do governo federal em suspender modalidades de jogos que têm causado danos sociais. “Ainda que tardiamente, o governo federal acertou ao suspender esses jogos que trazem malefícios à sociedade”, disse.

Ele ressaltou que o combate à ludopatia deve incluir ações de prevenção, fiscalização e políticas públicas de saúde mental. “Governar é estar a serviço do povo. Como governador, não medirei esforços para melhorar a qualidade de vida do nosso povo”, afirmou Costa, acrescentando que é fundamental proteger as famílias e evitar que a promessa de dinheiro fácil leve a um ciclo de endividamento e sofrimento.
Finalmente, Costa reiterou a importância de um trabalho integrado entre o Estado e os municípios para fornecer acolhimento e tratamento a pessoas afetadas pelo jogo compulsivo, assim como fortalecer ações de orientação às famílias. “Precisamos cuidar de quem sofre, mas também proteger as famílias”, concluiu.
Com informações de Mais Rondonia.








