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“Rosebush Pruning” explora violência e disfunção em família rica

Crítica | Rosebush Pruning – Sadismo, Violência e Assédio no Cotidiano de Família Desfuncional [Festival do Rio]

Foto: Janda Montenegro / Cine Pop

por Redação Rondônia Hoje

Publicado em

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O filme “Rosebush Pruning”, que estreia amanhã nos cinemas brasileiros após exibição antecipada no Festival do Rio, oferece um olhar perturbador sobre a vida de uma família rica e disfuncional. A trama gira em torno de Ed, interpretado por Callum Turner, que é o filho do meio dessa família excêntrica. Em sua ociosidade, Ed gosta de se misturar com pessoas comuns, mas ao voltar para casa, enfrenta a estranheza de seus irmãos: Robert (Lukas Gage), Anna (Riley Keough) e Jack (Jamie Bell). A dinâmica familiar é ainda mais impactada pelo relacionamento de Jack com a jovem Martha (Elle Fanning), que está disposta a mudar a estrutura familiar ao sugerir que eles se mudem juntos.

O filme, dirigido por Marco Bellocchio e Efthimis Filippou, é descrito como bizarro e grotesco, explorando temas de sadismo e violência. A narrativa se desenvolve em torno de situações que visam chocar o público, provocando repulsa em vez de entretenimento. A crítica sugere que o filme tenta humanizar os super ricos, mostrando que, apesar de sua riqueza, eles também enfrentam dilemas emocionais, mas essa abordagem falha em cativar o espectador.

Além do enredo, o elenco conta com nomes de peso, incluindo Pamela Anderson, o que levanta questões sobre a escolha de papéis em uma produção com temas tão polêmicos. O título, “Rosebush Pruning”, que não recebeu tradução para o português, alude a cortar o mal pela raiz, uma metáfora que se aplica tanto aos arbustos de rosas mencionados na trama quanto ao comportamento dos personagens, que, embora atraentes, revelam-se espinhosos e podres por dentro.

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Apesar de sua produção bem realizada e de um figurino que destaca a vida superficial dos personagens, “Rosebush Pruning” é considerado por críticos como um filme que não entretém e que causa desconforto ao longo de seus 97 minutos. As cenas finais de violência, embora impactantes, não são suficientes para compensar a falta de uma narrativa coesa e envolvente.

Com informações de Cine Pop.

Classificação Indicativa: Livre

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