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Ministério do Interior do Egito confirma prisão de Malévola Alves por atos obscenos

Ministério do Interior do Egito confirma prisão de Malévola Alves por “exibição pornográfica” após vídeos viralizarem Ministério do Interior do Egito confirma prisão de Malévola Alves por “exibição pornográfica” após vídeos viralizarem

Foto: Hugo Gloss (hugogloss.uol.com.br)

por Redação Rondônia Hoje

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Ministério do Interior do Egito confirma prisão de Malévola Alves por atos obscenos Influenciadora brasileira Malévola Alves é presa no Egito por exibição pornográfica em vídeos nas redes sociais. O Ministério do Interior do Egito confirmou, nesta terça-feira (20), a prisão da influenciadora brasileira Malévola Alves, acusada de “exibição pornográfica”. A detenção ocorreu após a circulação de vídeos nas redes sociais, onde Malévola e uma amiga apareciam em atitudes consideradas obscenas nas ruas de Alexandria. Em um comunicado no perfil oficial do órgão no X (antigo Twitter), as autoridades informaram que “duas turistas estrangeiras” foram detidas após os vídeos viralizarem. A investigação foi aberta para apurar as circunstâncias em torno das gravações, que mostravam as mulheres fazendo gestos e insinuações sexuais, além de assediar pedestres. O Ministério do Interior especificou que as duas mulheres foram localizadas na província de Alexandria e confessaram, durante o interrogatório, ter realizado os atos descritos, gravado os vídeos e publicado o material online com a intenção de aumentar seu número de visualizações. “As medidas legais cabíveis foram tomadas, e o Ministério Público assumiu a investigação do caso”, acrescentou o comunicado. Embora as autoridades egípcias não tenham revelado os nomes de Malévola e sua amiga, os rostos delas foram borrados nas imagens divulgadas. Antes da confirmação oficial da prisão, Malévola se manifestou em suas redes sociais, informando que foi detida e levada a uma delegacia em Alexandria. Ela relatou que os passaportes de ambas foram retidos e que foram interrogadas, inclusive sobre suas identidades de gênero. A prisão ocorre em um contexto de restrições aos direitos da população LGBTQIAPN+ no Egito, onde, apesar da homossexualidade não ser criminalizada explicitamente, leis relacionadas à prostituição e à “libertinagem” têm sido usadas para perseguir e deter indivíduos LGBTQIAPN+. A atuação policial e a cultura conservadora no país intensificam a discriminação e vulnerabilidade dessa população.

Com informações de Hugo Gloss.

Classificação Indicativa: Livre

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