Masterplan: filme de roubos repete fórmulas batidas sem inovação
Foto: Raphael Camacho / Cine Pop
por Redação Rondônia Hoje
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O filme “Masterplan”, dirigido pelo cineasta francês Thomas Vincent, é uma produção disponível no Prime Video que não consegue se destacar em meio a tantos outros lançamentos. A trama gira em torno de Chiara (Simona Tabasco), uma ladra italiana especializada em computação, e Jay (Victor Belmondo), um criminoso francês expert em explosivos. Os dois se encontram ao tentarem invadir a casa de Roger (Stanley Tucci), que se revela um bandido e suposto pai deles. Juntos, eles planejam roubar a famosa Mona Lisa.
Com uma narrativa que se esconde em clichês de filmes de ação e comédia, “Masterplan” apresenta personagens rasos e uma trama que oscila entre o fantasioso e o exagerado. Com 110 minutos de duração, o longa não consegue explorar a riqueza da linguagem cinematográfica, optando por soluções simplistas para problemas complexos. O enredo se torna previsível, culminando em reviravoltas que não surpreendem e que parecem forçadas.
A falta de desenvolvimento dos personagens e suas histórias de vida deixa a obra sem profundidade, resultando em uma experiência cinematográfica que rapidamente se esquece. A direção de Vincent não aproveita a oportunidade de dar mais impacto à narrativa, mantendo-se presa a uma fórmula que já se tornou batida no gênero. O resultado é um filme que, embora tenha potencial, não consegue se distanciar do comum, frustrando as expectativas dos espectadores.
Com informações de Cine Pop.







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